Viver em uma região com as características climáticas da nossa capital exige um olhar redobrado sobre a saúde das edificações. O chamado inverno amazônico, marcado por chuvas torrenciais e umidade relativa do ar elevadíssima, não perdoa falhas na proteção das estruturas. Certamente, a Arena Tintas recebe diariamente clientes que enfrentam problemas graves porque negligenciaram detalhes fundamentais durante a fase de vedação.
A impermeabilização é, sem dúvida, o investimento com maior retorno preventivo em qualquer construção ou reforma. Entretanto, a simples compra de um produto de qualidade não garante o sucesso da barreira contra a água. Existem erros comuns que comprometem a impermeabilização e que podem transformar um projeto promissor em um pesadelo de infiltrações, mofo e descascamento.
Neste blog, vamos mergulhar nas falhas mais recorrentes cometidas por profissionais e proprietários. Nosso objetivo é fornecer um conhecimento profundo para que você não desperdice recursos e garanta a durabilidade do seu patrimônio. Vamos explorar desde a preparação da base até a escolha técnica dos materiais de marcas líderes como a Vedacit.
A falha na preparação da superfície: O erro número um
Um dos maiores erros comuns que comprometem a impermeabilização ocorre muito antes da abertura do balde de produto. A preparação da superfície é a base de tudo. Nesse sentido, muitos acreditam que basta aplicar o impermeabilizante sobre o reboco ou a laje para que a mágica aconteça. Contudo, a realidade técnica é bem diferente e muito mais exigente.
Uma superfície que contenha poeira, restos de desmoldantes, óleos ou até mesmo partes soltas impedirá a aderência química do material. Dessa forma, o produto cria uma película que não se funde à estrutura, gerando bolsas de ar que serão preenchidas por água futuramente. Na Arena Tintas, sempre reforçamos a necessidade de uma limpeza profunda, muitas vezes utilizando hidrojateamento ou escovação mecânica.
Além disso, a presença de umidade excessiva na própria base no momento da aplicação é um erro fatal. Aplicar produtos como o Vedatop sobre uma parede que já está encharcada impede a cura correta do material. Consequentemente, a barreira protetora nasce com falhas estruturais invisíveis a olho nu, mas que se tornarão portas de entrada para infiltrações severas em pouco tempo.
O perigo de ignorar as microfissuras e trincas

Outro ponto crítico na preparação é o tratamento prévio de patologias existentes. Muitos aplicadores tentam esconder rachaduras apenas com o impermeabilizante líquido. Infelizmente, essa abordagem é ineficaz porque o produto sozinho não possui a resistência mecânica para “segurar” o movimento da fissura.
O correto é realizar o tratamento com selantes de poliuretano, conhecidos como PU, antes de iniciar o sistema de pintura técnica. Assim sendo, você garante que a movimentação natural da estrutura não rompa a camada impermeabilizante. Ignorar esse passo é um dos erros comuns que comprometem a impermeabilização em fachadas e lajes expostas ao sol forte de Manaus.
Escolha incorreta entre sistemas rígidos e flexíveis
A falta de conhecimento técnico sobre a natureza dos produtos é uma falha que gera prejuízos altíssimos. Basicamente, o mercado se divide em sistemas rígidos e sistemas flexíveis. O erro acontece quando se utiliza um produto rígido, como uma argamassa polimérica, em uma área que sofre grandes variações térmicas e movimentações.
Lajes expostas ao sol de Manaus, por exemplo, sofrem dilatação constante. Portanto, se você aplicar um material que não possui elasticidade, ele irá trincar juntamente com a estrutura. Para esses casos, a Arena Tintas recomenda sistemas flexíveis, como a manta líquida ou o Vedapren Parede, que acompanham a movimentação do imóvel sem perder a estanqueidade.
Por outro lado, utilizar um sistema flexível em áreas que não exigem essa característica, como uma cisterna enterrada ou um subsolo, pode ser um desperdício de recurso ou até tecnicamente inadequado. Nesse cenário, o equilíbrio entre a necessidade da obra e a ficha técnica do produto Vedacit é o que define o sucesso do projeto.
Erros na dosagem, diluição e rendimento do produto

A tentativa de economizar material é, ironicamente, uma das causas mais frequentes de gastos extras no futuro. Muitos aplicadores decidem diluir o produto além do recomendado pelo fabricante para fazer a lata render mais. Vale ressaltar que essa prática altera a composição química e a espessura da camada protetora, tornando-a inútil contra a pressão da água.
Cada produto possui uma especificação de consumo por metro quadrado que deve ser seguida à risca. Se o fabricante indica que são necessários dois quilos por metro quadrado, aplicar apenas um quilo deixará a estrutura vulnerável. Logo, a impermeabilização falhará não por má qualidade do material, mas por erro de execução na dosagem.
Adicionalmente, o tempo de intervalo entre as demãos é frequentemente ignorado na pressa de entregar a obra. Aplicar a segunda camada antes que a primeira tenha curado totalmente impede a formação da película contínua. Dessa maneira, o sistema fica fragilizado e propenso a desplacamentos futuros, especialmente em áreas de contato constante com água, como banheiros e piscinas.
O impacto do clima amazônico e o tempo de cura
Viver em Manaus exige uma estratégia específica para lidar com as janelas de tempo. Um dos erros comuns que comprometem a impermeabilização na nossa região é a aplicação de produtos sob ameaça iminente de chuva forte. Se o material for lavado por uma pancada de chuva antes da sua secagem inicial, todo o trabalho e o investimento em produtos como o Vedacit serão perdidos.
Inclusive, a umidade relativa do ar em nossa cidade, que frequentemente ultrapassa os 80 por cento, retarda consideravelmente o tempo de secagem dos produtos à base de água. Por esse motivo, o cronograma de obra deve ser adaptado à realidade local. Forçar a continuidade do serviço sem o respeito ao tempo de cura é um convite ao fracasso técnico do sistema de vedação.
A falta de proteção mecânica após a aplicação
Muitas vezes, a impermeabilização é feita corretamente, mas é destruída por outros profissionais que entram na obra em seguida. Em lajes onde haverá tráfego de pessoas, a manta ou o revestimento polimérico precisa de uma proteção mecânica, que é uma camada de argamassa por cima do produto.
Andar sobre a impermeabilização exposta ou deixar ferramentas caírem sobre ela sem proteção causa furos minúsculos. Consequentemente, o sistema é perfurado e a infiltração começará justamente por esses pontos danificados. Portanto, o planejamento da obra deve garantir que a área impermeabilizada seja isolada e protegida até o acabamento final.
Negligenciar os pontos de detalhamento crítico
Um sistema de impermeabilização é tão forte quanto o seu ponto mais fraco. Nesse contexto, focar apenas nas grandes áreas planas e ignorar os cantos, ralos e passagens de tubulações é um erro gravíssimo. A maioria das infiltrações em Manaus não começa no meio da parede, mas sim nas junções e extremidades.
Os cantos vivos devem ser arredondados, processo conhecido como meia cana, antes da aplicação do produto. Além disso, os ralos precisam de um reforço com tela de poliéster para garantir que a movimentação do tubo não rompa o sistema. De fato, se esses detalhes forem ignorados, a água encontrará o caminho para o interior da estrutura, invalidando todo o esforço feito nas áreas maiores.
Como a Arena Tintas ajuda a evitar esses prejuízos
A nossa equipe nas unidades de Flores e Cidade Nova está preparada para oferecer muito mais do que apenas a venda de baldes. Entendemos que evitar os erros comuns que comprometem a impermeabilização passa por uma consultoria técnica de qualidade. Ao visitar a Arena Tintas, você tem acesso a especialistas que conhecem as fichas técnicas da Vedacit e sabem como aplicá-las ao clima amazônico.
Em suma, nosso papel é garantir que o cliente saia com o produto certo para a área certa, acompanhado de toda a orientação sobre diluição e aplicação. Afinal, sabemos que o custo de uma reforma em Manaus é alto e queremos que o seu investimento dure por décadas. A parceria com marcas líderes e o conhecimento regional são os nossos maiores diferenciais de mercado.
Checklist preventivo para sua obra em Manaus
Para facilitar o seu processo e garantir que sua construção esteja protegida, criamos uma lista de verificação rápida baseada nos pontos discutidos:
- Verifique se a superfície está totalmente limpa e livre de óleos antes de começar.
- Escolha o produto Vedacit compatível com a movimentação da sua estrutura.
- Nunca dilua o impermeabilizante além do indicado na embalagem do fabricante.
- Respeite rigorosamente o intervalo entre demãos e o tempo total de cura.
- Trate ralos e cantos com tela de poliéster para reforçar os pontos críticos.
- Certifique-se de que não há previsão de chuva forte para as próximas horas de aplicação.
Conclusão: O sucesso da sua obra depende da prevenção
Em conclusão, os erros comuns que comprometem a impermeabilização podem ser evitados com planejamento e informação técnica de qualidade. Proteger uma residência ou indústria em Manaus é um desafio que exige os melhores produtos e a execução mais cuidadosa. Portanto, não arrisque o seu patrimônio tentando economizar em etapas fundamentais ou utilizando materiais de forma equivocada.
A Arena Tintas continua sendo sua parceira de confiança para enfrentar o clima do Amazonas com segurança e economia. Nossa missão é oferecer as ferramentas e o conhecimento necessário para que cada parede e laje da nossa cidade seja um exemplo de durabilidade. Dessa forma, garantimos ambientes saudáveis e estruturas valorizadas para todos os nossos clientes.
O que você achou desses alertas sobre os erros na vedação de imóveis? Se você está planejando uma reforma ou está com problemas de umidade agora, não espere a próxima chuva.Entre em contato com nossos especialistas pelo WhatsApp para uma consultoria técnica agora mesmo.











